Os membros das colónias comunicam através de toque (entre si ou com outros seres), no entanto podem comunicar sem toque directo - pela proximidade. Estes seres desencadeiam acções sempre que uma espécie comunica/interage com eles, ou seja, reage momentaneamente e fornece indicações à espécie ou ser que interagiu. O objectivo da sua comunicação é sempre dar indicações, guiar o outro, mostrar-lhe um caminho, levá-lo de um ponto até outro.
Os membros de uma colónia entre ajudam-se quando algum membro está fraco ou ferido. A ajuda entre duas colónias apenas pode ocorrer se as duas estiverem em contacto/proximidade.
Geralmente tomam uma atitude agressiva perante outras espécies, exceptuando as que normalmente são encontradas no mesmo meio, não são suas predadoras e podem deslocar-se para fora do interface. Apenas podem comunicar com outras espécies do interface, a comunicação para o exterior só é possível com a ajuda de espécies que se deslocam (mensageiro) e não representem perigo, ou pelo estímulo directo do indivíduo mais antigo da colónia. Deste modo o que fornecem à outras comunidades são indicações.
Libertam neurotoxinas que paralisam o adversário ou presa, desde que este se encontre próximo ou toque num membro da espécie. Quando se trata de adversários ou predadores, o membro começa por tentar afastá-los com empurrões, mas se não resultar injecta as neurotoxinas no outro ser.
Grandes exposições a neurotoxinas podem provocar danos na memória, epilepsia ou demência, mas também a morte. Se o ser afectado for pouco maior que o libertador de neurotoxinas, estas ser-lhe-ão fatais. Caso tenha duas vezes o seu tamanho (ou maior), sofrerá os danos acima expostos e só morrera se não se afastar.
Para além dos empurrões e neurotoxinas, para se proteger os indivíduos podem recolher-se para dentro de si mesmos (esconder qualquer tipo de informação).