Corpos pequenos com simetria radial e variedade de cores. Predominância de formas circulares, que podem ser divididas em números múltiplos de 6. Quanto à cor podem conter apenas uma ou uma combinação de várias, dependendo do tipo de reprodução de que resultaram.
A comunidade alimenta-se do estímulo táctil ou da proximidade de objectos/seres, excluindo os membros da sua colónia. Caso não tenha alimento suficiente a colónia torna-se agressiva para com espécies com as quais partilha o espaço e pode morrer.
Sempre que o alimento se torna abundante, ou seja, quando o agrupamento recebe muitos estímulos, a espécie reproduz-se assexualmente (clones). A reprodução sexuada ocorre anualmente, são necessários 4 dias, após a reprodução, para começar a nascer uma nova colónia.
As cores resultantes de uma reprodução sexuada, correspondem à junção da cor da colónia macho e à da colónia fêmea. Por seu lado, a cor resultante de uma reprodução assexuada é sempre igual à do progenitor.
Seres que não podem ser atingidos pelas neurotoxinas podem representar uma ameaça, uma vez que a espécie é séssil. O perigo poderá vir de espécies com exosqueletos ou outro tipo de protecção cutânea exterior (pele muito grossa) e seres sem sistema nervoso, maiores que os membros da colónia.
Estes seres são gregários e podem construir colónias apenas com uma coloração. As diferentes colónias são amigáveis entre si. Estes seres habitam os interfaces, onde podem ou não residir outros. No entanto, eles são muito territoriais com a maioria das espécies, caso elas se encontrem demasiado próximas.
Os habitats – interfaces – podem ser de diferentes formatos (como os recifes de coral franja, barreira ou atol).